Formada entre escola, ensaios e amizades de longa data, a banda apresenta músicas autorais, inéditas e homenagens às suas maiores referências.

A Coroa é uma das bandas que chega na Taking Sad representando essa nova geração que cresceu junto, na escola, nos ensaios e agora estão voando nos palcos.
Formada por Hatoushi (vocal), Condello (guitarra), Jordes (guitarra), Giam (baixo) e Malzone (bateria), a história começa em 2021, quando quatro dos integrantes se conhecem no ensino médio. A vontade de montar uma banda veio depois, só em 2023, quando perceberam que além de tocar, também queriam compor. Em 2025, com a entrada de Malzone, a formação se completa de fato e o primeiro ensaio acontece. Com poucos meses nisso, veio o primeiro show. Desde então, eles não pararam mais.
Musicalmente, a Coroa mistura referências nacionais e internacionais. Entre as influências brasileiras estão Metonímia, Quem é Você Alice e Bella e o Olmo da Bruxa. Já de fora, nomes como Title Fight, Mom Jeans, Macseal e Superheaven ajudam a moldar o peso e as melodias da banda.
Para eles, o show de sexta carrega um significado especial. Além de ser, provavelmente, o evento com maior público da trajetória deles até agora, a Coroa divide o line-up com a própria Metonímia, banda que eles citam como influência e que também apoiou o grupo desde o começo.
Para o set do show, tivemos spoilers confirmados: cinco músicas autorais, sendo duas inéditas (já comprou ingresso pra ver?), além de dois covers das bandas de suas maiores referências. Também preparam uma homenagem à cena tocando uma música da Terra Vai Se Tornar Um Planeta Inabitável, outro nome que vem fortalecendo o rolê desde o início.
Pensando no futuro da banda, este ano, Jordes contou pra gente que a ideia é lançar singles nas plataformas até o meio do ano e, se tudo caminhar como esperado, fechar 2026 com um EP de cinco faixas. Mesmo sendo uma banda recente, os planos já estão bem definidos.
E pra quem vai na Taking Sad, vocês podem esperar um show com energia alta, som mais pesado e entrega total. A proposta da Coroa é simples: deixar o público à vontade pra cantar, pular, dançar ou gritar e viver esse momento junto.
Pra quem está conhecendo a Coroa agora, a banda se define como mais do que “rock triste de garagem”, é uma mistura de referências que se cruzam de forma sincera e intensa. E, como eles mesmos dizem, não adianta tentar prever exatamente como vai ser o show. Parte da graça está justamente nisso.
