Com sete faixas inéditas, banda mergulha no post hardcore com uma pegada de hardcore (bem forte), para renascer com intensidade.
A banda Drivein lançou nesta sexta-feira, 10 de maio, o álbum Mariposa, um trabalho que simboliza o renascimento e o início de um novo ciclo para o grupo. Com sete faixas intensas e viscerais, o disco é um mergulho no estilo que serve como veículo para emoções cruas, mudanças e recomeços. O disco conta com o um misto de intensidade e clareza, trazendo de volta a dupla de vocais que consegue mesclar todo esse ar nostalgico do Drive.In mas mais atual.
Mariposa reflete a proposta do álbum: ser vivido de uma vez só, como uma transformação completa. A metáfora da mariposa, que atravessa fases até se tornar algo novo, orienta a narrativa sonora do disco e ecoa nas letras que falam sobre desprendimento, identidade e resistência.
Gravado de forma independente, o álbum evidencia a identidade da Drive.In, que aposta em riffs cortantes, baterias urgentes e vocais que oscilam entre o grito e o melódico, sem perder o foco na mensagem.
Com Mariposa, a banda reafirma sua presença no cenário do hardcore nacional e abre as asas para um novo momento — mais maduro, mais denso e, acima de tudo, mais verdadeiro.
O álbum transita entre o caos emocional de Distante da Cura, a busca por equilíbrio em Mente e Coração, e a força de se definir por si mesmo em Roubando o Céu. Mariposa sintetiza o espírito do disco, enquanto O Escuro encerra o álbum em diálogo com o passado da banda.
Já tem uma favorita? Por aqui, a que mais me pegou foi a Mente e Coração, que já havia sido lançada há alguns anos.
O lançamento do album aconteceu no Carioca Club esse final de semana, e estávamos lá pra curtir esse momento com a banda. Veja as fotos do Kon de como foi a vibe.



