O The Town divulgou nesta terça-feira (30) a programação completa para o dia 7 de setembro, prometendo um dos line-ups mais intensos e diversos do festival. Serão quatro palcos com nomes de peso do rock mundial, referências do cenário brasileiro e artistas da cena independente, reforçando a proposta de pluralidade e conexão entre gerações e estilos.
No Palco Skyline, o destaque fica por conta de Green Day, um dos maiores nomes do punk rock internacional, que retorna ao Brasil com seus sucessos atemporais e a energia explosiva de sempre. Dividindo a mesma estrutura, o vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, também marca presença com sua carreira solo. A lendária banda Sex Pistols, referência absoluta do punk britânico, também está confirmada, assim como os brasilienses do Capital Inicial, ícones do rock nacional desde os anos 80.
Já o Palco The One será palco de uma verdadeira celebração do punk e do rock alternativo. Iggy Pop, conhecido como o “padrinho do punk”, será uma das atrações internacionais mais esperadas. A baiana Pitty representa o rock nacional com sua potência vocal e presença marcante, enquanto CPM 22 retorna aos palcos do festival com seu hardcore melódico. Completando a escalação, Supla e Inocentes levam o espírito do punk paulista para o festival.
A cena alternativa e autoral ganha espaço no Palco Factory, com Tihuana comandando o repertório que mistura rock, rap e reggae. Karina Buhr, artista multifacetada e intensa, também integra o line-up, ao lado da promissora Ready to Be Hated e da banda The Monic, ambas representando a nova geração do rock feminino nacional.
O Palco Quebrada, espaço voltado para artistas periféricos e de resistência, também apresenta uma programação potente. O trio mineiro Black Pantera traz seu som pesado com letras combativas. Punho de Mahin e MC Taya representam o rap e o ativismo com força, enquanto Natalha da Aldeia mistura ancestralidade e contemporaneidade em uma performance única.
Com essa escalação, o The Town se consolida como um dos maiores festivais do país, apostando na diversidade de gêneros e na força das diferentes vozes que compõem a cena musical atual.
A gente se vê na grade?

