Festival Polifonia Emo Vive: O que a gente pode esperar de shows de albúns icônicos

Sônia Regina
3 Min Read

O Festival Polifonia Emo Vive, chega na semana que vem em três cidades, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro, com essa temática, as bandas do lineup vão trazer shows especiais.

Em clima de nostalgia, a Fresno tocará músicas dos seus três primeiros álbuns, Quarto dos Livros, O Rio, A Cidade, A Árvore e Ciano. O Anberlin, tocará na íntegra o albúm Never Take Friendship Personal que completa 20 anos. A banda Mae também celebrará 20 anos do The Everglow, a banda Emery fará um show na integra do album The Weak’s End e o Hateen, tocará suas músicas em inglês no primeiro dia em São Paulo, coisa que a banda não faz mais em shows atuais.
Separamos um pouquinho do que você não pode perder nessa tour do Polifonia Emo Vive.

Hateen – A new way to die

O último album da banda em inglês, se você não conhece, agora é a hora pra parar ouvir.

Fresno – Teu Semblante

Dificil escolher uma música desse álbum tão cheio de hits, mas essa, certamente, você precisa chorar com a gente.

Mae – The Everglow

Faixa que dá nome ao álbum que é construído como se fosse uma história ilustrada, começa com uma introdução, passa por várias aventuras e termina com um encerramento, como se fosse um livro.

Anberlin – [The Symphony Of] Blase’

Eu lembro que a primeira vez que eu ouvi essa música, coloquei numa playlist que chama ‘if you marry me’. Me encantei com cada segundo desse som, é impossível não querer ouvir isso ao vivo.

Emery – Walls

Pra todo e bom amante de metalcore: isso aqui é SUPRASUMO da música.

Tudo acima são coisas que só o que só o emo é capaz de proporcionar. Cada faixa aqui não é só som único, é memória, cicatriz, riso, choro… tudo junto, tudo vivo. Tudo que as bandas do underground e do mainstream podem entregar de melhor.

E falando em viver: o emo está mais vivo do que nunca, e prova disso é o Polifonia Emo Vive, um evento feito pra quem não deixou de lado essa paixão, pra quem tatuou versos de bandas, pra quem sabe que sentir demais nunca foi fraqueza, mas força. Não dá pra sentir tudo isso, só ouvindo de casa.

Polifonia Emo Vive te espera e a gente também. Nos vemos na grade?

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Criativa de alma emo, com um pé no palco e o outro no planejamento. Escrevo como quem faz um setlist: cada palavra no tom certo.
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