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Fresno na abertura do festival I Wanna Be Tour
CoberturasDestaquesEntrevistasEspeciais

“I Wanna Be Fresno”: como a banda de abertura se tornou um dos maiores destaques do festival

Júlia Miti
Atualizado em: 22 de julho de 2024 21:25
Júlia Miti
21 Min Read
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Desde o primeiro momento em que a I Wanna Be Tour foi anunciada, a animação dos fãs da Fresno estava nas alturas: uma das bandas mais queridas e com os fãs mais fiéis do Brasil estaria presente em um festival histórico, em um festival que jamais imaginávamos ser possível acontecer no nosso país. E não havia dúvidas de que esse lugar era muito merecido, pois a Fresno se mantém viva desde 1999 – eles Nunca Foram Embora, carregando uma legião de fãs apaixonados por onde passa. Com o retorno da “onda emo”, a Fresno não poderia deixar de estar em evidência.

Porém, quando os horários do festival foram divulgados, uma onda de comoção tomou conta dos fãs, e a razão era clara: a Fresno seria a primeira a se apresentar e, aparentemente, teria o menor tempo de palco, apesar de ser uma das gigantes da cena nacional, com uma base de fãs fortíssima. A indignação dos fãs foi tão grande que logo no dia do anúncio dos horários, a Fresno estava nos Trending Topics do Twitter, como o assunto mais falado no tópico “música”. Era difícil de acreditar que uma banda tão estabelecida poderia receber tão pouco tempo para se expressar em um palco, ainda mais diante de um público ávido por sua música e energia. Por isso, a indignação dos fãs foi imediata. Nas redes sociais, nos grupos de discussão e em cada esquina virtual onde os admiradores da banda se reuniam, a revolta era palpável. Muitos pediram insistentemente que a ordem do festival fosse modificada ou que, pelo menos, mais tempo de palco fosse concedido à Fresno. Infelizmente, as circunstâncias não permitiram essas alterações, deixando muitos fãs frustrados.

O Lucas conversou com a gente e nos contou como foi para a Fresno saber que tocaria tão cedo, e qual foi o resultado da revolta dos fãs nas redes sociais:

“A gente estava gravando o clipe com a Pabllo Vittar e nosso produtor técnico falou: “vocês estão ligados que vão tocar mó cedo, né? Eu falei: “eu não acredito”. Mas, tipo assim, já suspeitava – pela ordem do cartaz, pela situação do festival, também. A gente é uma banda que leva bastante gente, para os caras seria vantajoso botar a gente no começo, mas a gente nunca achou que seria tão cedo que ia começar, né? Não tinha calculado muito tempo, então achava assim: “Ah, velho, beleza. Vão chegar às duas da tarde no pico? Paciência”. Mas quando descobrimos que era 11 da manhã, a gente começou a ficar apavorado com a possibilidade de fazermos um show em estádio, um show pelo qual a nossa fanbase estava muito ansiosa e, pô… ser vazio, porque é difícil chegar cedo nas coisas assim. Quando a galera descobriu, por meio de um vazamento de informação, se revoltou bastante, porque a gente tem uma base muito grande aqui no Brasil – a galera se revoltou e isso gerou até mudanças lá dentro, porque não apenas a gente era a primeira banda, como o nosso show seria o menor de todos. Seriam 40 minutos. Então acabou que [depois da revolta dos fãs] equilibrou os horários. A gente ganhou 50 minutos de show. 50 minutos de show é um tamanho okay para um show de festival – o nosso show do Lolla foi isso aí também. Dá para mostrar as coisas, tá ligado? E, velho, aí eu acho que começou uma grande virada de jogo.”

Fresno em Curitiba
Fresno em Curitiba. Foto: @andrezs

Foi então que algo extraordinário aconteceu: uma simples frase se transformou em um símbolo de resistência e amor à Fresno: “Vou tomar café da manhã com a Fresno na I Wanna Be Tour”. Essas palavras, aparentemente simples, ganharam um significado profundo entre os fãs. Era uma forma de afirmar sua presença, sua determinação em apoiar a banda, mesmo diante das adversidades. O movimento cresceu rapidamente, alimentado pela paixão inabalável dos admiradores, e até se tornou uma espécie de marca registrada não oficial. Era um lema de união, de solidariedade entre os fãs, uma expressão de que, mesmo com um tempo limitado no palco, eles estariam lá, celebrando a Fresno como se não houvesse amanhã.

A força desse movimento foi tão impressionante que até mesmo a Fresno se viu cativada por ele. A frase “tomar café com a Fresno” virou ilustração e foi parar no merchandising oficial da Fresno, na I Wanna Be Tour, transformando-se em um símbolo tangível de sua conexão com os fãs. Era um testemunho do poder que uma comunidade de admiradores apaixonados poderia exercer, mesmo em face das adversidades.

Com o início da I Wanna Be Tour, a verdadeira magnitude do apoio à Fresno foi revelada. Em todas as paradas do festival – em São Paulo, Curitiba, Recife, Rio de Janeiro e Belo Horizonte – os estádios e locais de apresentação estavam abarrotados desde o primeiro momento. Todos queriam ver a primeira banda a se apresentar. Foi tanta gente chegando cedo que centenas de pessoas acabaram ficando de fora do Allianz durante o show da Fresno, pois a organização do evento não deu conta de colocar tantas pessoas para dentro antes do primeiro show. Porém, mesmo de fora, todos cantaram todas as músicas da Fresno como se estivessem lá dentro, junto com a banda e o restante do público. Muitos vídeos desse momento foram postados nas redes sociais, mostrando, desde o primeiro dia, o poder da Fresno e de seus fãs. Era como se uma onda de energia contagiante percorresse cada centímetro desses espaços, alimentada pelo amor dos fãs pela banda. A presença maciça do público não era apenas uma demonstração de apoio; era uma declaração ao mundo sobre a importância e o alcance da Fresno como uma das maiores bandas do Brasil.

Lucas também comentou com a gente sobre como foi ver tanta gente chegando cedinho nos estádios para não perder o show da Fresno:

“A gente se ligou na parada do café da manhã. A gente falou: “vamos fazer um, vamos começar a levar isso pra nós”. E o que eu tenho de informação é que o público inteiro do estádio já estava presente no show às 11 da manhã, quando a gente começou a tocar. Eles [os organizadores do festival] esperavam que fosse ter bastante gente, mas esperavam que fosse ser metade disso, talvez. Não conseguiram botar todo mundo para dentro, tá ligado? Isso é muito ruim para nós, mas, ao mesmo tempo, causou uma emoção muito grande saber que o nosso público é muito brutal, que a gente teve uma procura de 40 mil pessoas por um show nosso. A gente está acostumado a fazer shows para três, quatro, cinco mil pessoas, aqui no estado de São Paulo. Então, obviamente, muita gente ali pegou esse show pra voltar a curtir a Fresno.”

Fresno em Curitiba
Fresno em Curitiba. Foto: @andrezs
Fresno no Rio de Janeiro
Fresno no Rio de Janeiro. Foto: @andrezs

O festival marcou não apenas uma série de shows épica para a Fresno, mas também trouxe momentos inesquecíveis e históricos que ecoarão na memória dos fãs por anos a fio. Desde o primeiro dia da I Wanna Be Tour, em São Paulo, já ficou claro que algo especial estava acontecendo diante de nossos olhos. Lucas, o vocal potente que amamos, brilhou não apenas nos palcos da Fresno, mas também ao lado de uma de suas bandas favoritas e maiores inspirações, o The Used. O público testemunhou Lucas entregar performances arrebatadoras, interpretando clássicos como “A Box Full of Sharp Objects” e um cover icônico de “Smells Like Teen Spirit”, do Nirvana, finalizando o show. Esse momento, repetido em Curitiba e em Recife, tornou-se uma das atrações mais aguardadas e comentadas pelos fãs, tanto da Fresno quanto de The Used, ecoando através das redes sociais com fervor e emoção.

Mas não foi apenas com o The Used que Lucas e a Fresno deixaram sua marca na I Wanna Be Tour. Em Recife, o show aconteceu no dia do aniversário do Guerra, baterista da Fresno, com direito a um “Parabéns a Você” cantado por milhares de pessoas e um bolinho no fim do show. Além disso, a banda também se uniu ao NxZero em um momento emocionante, entoando “Silêncio”, uma canção escrita por Lucas e Esteban Tavares, ex-integrante da Fresno, além de “Desde Quando Você se Foi”. Sob a luz do luar e o brilho das lanternas acesas, esse momento se tornou uma ode à emoção e à conexão entre os músicos e seu público. E ainda em Recife, Lucas subiu ao palco com o Simple Plan para encerrar o festival com “I’m Just a Kid”, mostrando uma versatilidade e dedicação inigualáveis. O homem trabalha e vive!

E é claro que perguntamos para o Lucas sobre como foi esse processo de se juntar às outras bandas e como os gringos reagiram ao amor do público brasileiro:

“Foi uma consequência natural. Eu sou muito fã de muitas daquelas bandas. Mas o que é mais bonito é que esse protagonismo das bandas brasileiras no festival surgiu porque os gringos entenderam o tamanho do NX, o tamanho da Pitty, o tamanho da Fresno. Eles entenderam e respeitaram muito. Eles viram, aqui, não só aquela coisa de revival, de When We Were Young, sabe? Eles ficaram “nossa, olha o tamanho dessas bandas, olha quantos hits essas bandas têm”, porque o emo no Brasil foi muito popular. Então, o Brasil é o país mais emo do mundo. E também os desdobramentos que tiveram que acontecer, porque olha quantas coisas a gente experimentou, olha quantas coisas a gente fez, olha quantos caminhos musicais a gente tomou. Isso não é muito comum, se for analisar a discografia das bandas que estavam no festival. Eles viram isso, curtiram isso e viraram muito fãs da gente muito rápido, foi incrível.”

Lucas Silveira e Bert McCracken, do The Used
Lucas Silveira e Bert McCracken, do The Used. Foto: @andrezs
Lucas Silveira e NX Zero
Lucas Silveira e NX Zero. Foto: @andrezs

Nos shows no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, Lucas não pôde se juntar às outras bandas, por conta de horários de voos, mas não deixou de surpreender. Ao trazer De’Mar Randell Hamilton, baterista do Plain White T’s, para uma performance emocionante de “Casa Assombrada” junto com a Fresno, Lucas solidificou o poder do emo brasileiro. O público, em ambos os locais, encheu o ar com seus gritos apaixonados, provando para “os gringos” que o emo brasileiro não só existe, como é o maior do mundo.

Esse reconhecimento foi profundamente sentido por Lucas, como ele comentou com a gente:

“Eu consegui cantar com o The Used, uma banda que, para mim, é uma referência de vida, de tudo. É uma banda que, nos anos formativos da nossa sonoridade, foi muito importante. Foi demais sentir o respeito dos caras, o respeito mútuo de ser reconhecido pelos teus pares. Quando a Fresno começou a bombar, a gente tinha, das bandas mais antigas, um sentimento de “ah, que fofo esses caras aí, né?”. Mas sempre um sentimento condescendente, um sentimento de preconceito, de tipo assim “nossa, olha essas bandas de merda, sabe?”. Era muito assim. Claro que não eram todos, mas a geração anterior nos pegou muito para Cristo. Então, a maneira com que a gente foi reconhecido pelas bandas gringas do nosso rolê – como as coisas que eu ouvi o cara do Mayday falar sobre o nosso som, a maneira com que eu ouvi o Chuck, do Simple Plan, se referir à sonoridade da Fresno, a maneira com que o Joey, guitarrista do The Used, se referiu às coisas que eu mostrei, o vocalista do Boys Like Girls, o cowboyzão, né, o Martin… ver esse pessoal, os emos gringos, arquitetos do bagulho, ouvindo o som das bandas brasileiras e falando “mano, isso aqui é muito foda”, deixa a gente muito emocionado. Não que a gente precise de um reconhecimento, mas é muito bom tu ter os teus pares te reconhecendo e te respeitando. E, se bobear, a primeira vez que eu senti isso, sem precisar conquistar isso, foi no I Wanna Be.”

Enquanto a banda se despedia dos palcos da I Wanna Be Tour, ficou claro que seu legado vai muito além das músicas que eles tocam. A Fresno é uma parte intrínseca da vida de seus fãs, uma fonte de inspiração e conforto em tempos difíceis. E, enquanto houver uma nota sendo tocada, um acorde sendo entoado, a Fresno continuará a ser uma luz brilhante no horizonte, guiando seus fãs em direção a um futuro repleto de emoção e paixão. Porque, afinal, quando se trata de Fresno, não se trata apenas de música – trata-se de uma experiência, uma jornada emocional que transcende o tempo e o espaço. E é isso que faz da Fresno uma das maiores bandas do Brasil. Cada acorde, cada refrão entoado durante os shows da I Wanna Be Tour era uma celebração dessa conexão especial entre a banda e seus admiradores. Não importava o tempo limitado no palco; cada momento era precioso, carregado com emoção e significado. Os fãs estavam determinados a aproveitar ao máximo cada instante, mostrando ao mundo a grandiosidade da Fresno não apenas como uma banda, mas como um fenômeno cultural, capaz de unir e inspirar pessoas de todas as origens e idades. Nesse contexto de reconhecimento e conexão intensa com os fãs,

Lucas expressou sua visão sobre o impacto da Fresno e a jornada da banda:

“Hoje em dia, a gente conquistou o respeito de todo mundo da cena do rock brasileiro. Mas a gente precisou conquistar isso. A gente partiu de uma coisa tipo “nossa, pensando bem, essa banda não é uma merda, essa banda é legal”, “pensando bem, o cara é gente fina, né?”, para o encontro com os gringos do nosso segmento, que foi amor à primeira vista. E se tivesse mais dez dias de festival, iam acontecer mais dez coisas muito loucas. Então, o saldo para nós é muito positivo. Eu não sei se eu já revelei isso, mas o Chris Carrabba do Dashboard que, para mim, é um dos meus ídolos maiores na música, me chamou para compor um negócio. Acabou que a gente não conseguiu combinar o tempo e não rolou, mas eu estou realizando, devagarinho, um sonho, o de ser minimamente inserido nesse rol de pessoas que eu respeito muito, que eu amo muito. E de, principalmente, estar sendo respeitado no nível de essas pessoas acharem interessante me chamar para escrever material junto, sabe? Isso é bizarro. Só quem é emo, quem viveu essa época de ABC Pró HC, de ficar curtindo essas bandas… só quem viveu isso pra entender o tamanho disso. O tamanho disso é absurdo, é muito absurdo. E a Fresno sai do I Wanna Be gigantesca, muito maior do que entrou e, ao mesmo tempo, mostrando material novo, com um disco novo para sair. A gente usou muito o festival para alavancar nosso material novo. A música “Eu Nunca fui Embora”, já tá na cabeça do povo. E eu acho que é um momento muito legal para gente olhar para frente, fazer umas paradas novas, preparar nossa turnê solo, que também vai ser avassaladora, porque a procura vai ser muito boa. A gente viu a galera muito descontente com um show mais curto. Eles querem um show mais longo e a gente vai dar um show mais longo para essa galera.”

No final das contas, a I Wanna Be Tour não foi apenas uma série de shows para a Fresno; foi uma celebração da comunidade que ajudou a moldar e a sustentar a banda ao longo dos anos. Foi uma prova do poder da música para unir e para inspirar, mesmo nas circunstâncias mais desafiadoras. E, acima de tudo, foi uma lembrança vívida de que, enquanto houver fãs apaixonados dispostos a tomar café com a Fresno, o espírito da banda continuará a ecoar alto e claro, onde quer que sua música seja ouvida. E eles não param por aí: no dia 5 de abril, a Fresno vai lançar seu álbum novo, “Eu Nunca Fui Embora – Parte 1”, e quem compareceu aos shows já teve alguns spoilers das novidades que vem por aí! Essa interação com o público em um evento tão aguardado adiciona ainda mais expectativa e emoção ao legado deixado pela Fresno na I Wanna Be Tour, reforçando a conexão especial entre a banda e seus fiéis seguidores.

Texto: Júlia Mitidieri
Entrevista: Alex Aguiar

TAGGED:BandasBelo HorizonteCuritibaDestaqueDropsEu nunca fui emboraFestivalFresnoI Wanna be TourRecifeRio de JaneiroSão Paulo
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14 Comments 14 Comments
  • Jay disse:
    15 de março de 2024 às 16:52

    Cara, que coisa linda ter vivido isso!
    Estou numa ressaca de IWBT sem tamanho: moral, social, física… ter que voltar a realidade não está fácil hahaha
    Adorei o texto e entrevista, o Lucas e a Fresno são fodaaaaaaaaaaa, vocês também!

    Responder
  • Thioky disse:
    15 de março de 2024 às 17:40

    Viajei 800km só para ver Fresno nesse festival icônico (BH)! E viajaria mais 1.000 se necessário fosse. Sou fã desde meus 14 anos, ouço todos os dias, e fiquei mais apaixonada ainda pela banda após essa participação sensacional da Fresno nesse festival. Estou pronta para os próximos.

    Responder
  • Rafael disse:
    15 de março de 2024 às 18:45

    Acordei 7 da manhã pra ir tomar café com a fresno haha, deu tudo certo, foi incrível! Esse festival foi absurdo, espero que aconteça mais vezes. Que texto esse aqui viu <3 parabéns e viva o emo

    Responder
  • Bida disse:
    15 de março de 2024 às 18:46

    Boa matéria!
    Fui ao show em São Paulo e gostaria muito de ter chegado mais cedo, perdi algumas músicas esperando a fila andar :'(
    Fico muito feliz com o reconhecimento e coisas boas que estão rolando e ainda estão por vir para a minha banda favorita no mundo rs
    Ansiosa pelo álbum novo, shows novos, turnês…

    Responder
  • Belle disse:
    15 de março de 2024 às 19:04

    O show da Fresno em CWB no IWBT foi espetacular. Depois de saber que em São Paulo muita gente ficou sem entrar, às 9h30 eu já estava na fila, que já estava enorme! Foi incrível quando o Lucas disse “Esse rolê é pra todos vocês que já estiveram com a gente, mas que durante os últimos anos permearam outras cenas e outros rolês, sejam bem vindos de volta.” O emo vive ????

    Responder
  • Amaury Rocha de Souza disse:
    15 de março de 2024 às 20:18

    Foi meu primeiro show da Fresno. Saí de Campo Grande MS e fui a BH para vê-los. Valeu cada segundo…

    Responder
  • Bruna Santana disse:
    15 de março de 2024 às 23:06

    Que matéria LINDAAAA! Parabéns à todos envolvidos, comecei chorando e termino lendo chorando ainda mais.

    Responder
  • Adrielly Vieira Moura disse:
    15 de março de 2024 às 23:12

    Fico extremamente feliz e realizada de ver a Fresno tão gigante assim. Acompanho desde 2006 (quando era só uma criancinha de 9/10 anos), e tenho muito orgulho de dizer que EU NUNCA FUI EMBORA. Ver tudo o que eles estão conquistando é realmente muito gratificante, e me sinto parte disso ????????

    Responder
    • Adrielly Vieira Moura disse:
      15 de março de 2024 às 23:14

      Lucas por favor, vamo marcar tour nova. A gente não aguenta mais esperar ????????????????????????????

      Responder
  • Maicon Justino disse:
    16 de março de 2024 às 07:31

    Lindo texto, emocionante ver que esse festival que tinha tudo pra ser uma série de desventuras, acabar sendo uma das melhores coisas que aconteceram no Brasil para a cena pop/rock/emo nos últimos anos. Fresno, Nx e Pitty saem gigantes, as bandas gringas saem muito mais amadas do que entraram.

    Caminhos abertos pra se repetir muito mais vezes. Excelente texto Julia <3

    Responder
  • Bárbara Lima disse:
    16 de março de 2024 às 08:03

    Que matéria!!!!
    Que lindo a maior banda emo do BR tendo essa visibilidade.
    Diferente do Nx e da Pitty, a Fresno nunca negou o título de emo (amo nx e pitty, mas são os fatos); por isso um absurdo eles tão cedo. Estratégia do festival? Talvez! Mas fico incrivelmente feliz, do nome da banda não sair da boca da galera, eles sofreram muito e merecem muito esse momento!
    Eu amo esses filhinhos da p*ta desde 2007 e sempre vou amar ????????????????

    Responder
  • Jaqueline Nardes França disse:
    16 de março de 2024 às 08:22

    Que matéria linda! Fui de Campo Grande-MS para Curitiba para ver a I Wanna Be e foi maravilhoso. Cheguei 8:30 na fila para não perder o café com a Fresno e já tinha gente que chegou as 6:00. Comecei a chorar na primeira frase de Quebre as Correntes, foi lindo demais e eu não ia a um show da Fresno desde 2016, então a saudade estava gigante. Espero que venha a próxima Tour para cá também. A I Wanna Be foi um sonho realizado, não tinha uma música ruim e todo mundo participava e todos os shows, mesmo que não conhecessem as bandas. Amei tudo!

    Responder
  • Mar carlins disse:
    16 de março de 2024 às 15:49

    Eu vou em shows da Fresno desde o primeiro em Curitiba, então estar com eles as 11 da manhã foi maravilhoso, e sim foi a melhor performance da banda em palco. FRESNO gigante sim. Matéria incrível me emocionei lendo.

    Responder
  • Karla Reis disse:
    20 de março de 2024 às 09:50

    Que matéria linda, várias lágrimas de amor e alegria se formaram. Apenas merecimento.

    Responder

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